No domingo chovia, então decidi visitar o museu de arte da cidade.
Cheguei cedo e a entrada era gratuita.
Encontrei minha tia na porta e entramos.
Pegamos o mapa do museu e fomos direto para a exposição de retratos.
Um quadro azul parecia me olhar e fiquei emocionado.
Uma guia do museu explicou que o artista pintou a própria mãe.
Lembrei da minha e senti saudade.
Uma senhora ao meu lado sorriu e disse que sentia o mesmo.
No café do museu, tomamos café e comemos pão de queijo.
Depois, comprei um cartão-postal do quadro azul para guardar de lembrança.
Saí do museu com o coração mais calmo, mesmo com a chuva.
Na rua, abri o guarda-chuva e pensei que a arte também é um abrigo.